Localização, Referências e Informações de Loriga


Localização
Província da Beira Alta
Distrito da Guarda
Concelho de Seia
Região da Serra da Estrela
Estrada Nacional Nr.231
Situada na encosta sudoeste da Serra da Estrela a
770 metros de altitude

População
Tendo como principal actividade a industria têxtil, os
habitantes de Loriga, no final do ano 1999 e fim do
milénio, estavam registados em cerca de 1660
pessoas, população efectiva.
Mas nos anos da década de 1940, a população
chegou atingir números acima de 3.000 pessoas
Os Loriguenses ausentes espalham-se pelas cinco
partes do mundo, sendo os residentes no
norte do Brasil considerados desde sempre a
maior comunidade Loriguense a residir no estrangeiro

***

Censos/2001 - População em Loriga 1367 habitantes

Censos/2011 - População em Loriga 1053 habitantes

(Registado aqui - Ano de 2000).


VILA de LORIGA

Loriga é uma vila e freguesia portuguesa do concelho de Seia, distrito da Guarda, tem 36,52 km² de área, 1 367 habitantes (2005) e densidade populacional de 37,51 hab/km². Tem uma povoação anexa, o Fontão.
Loriga encontra-se a 20 km de Seia, 80km da Guarda e 300km de Lisboa. A vila é acessível pela EN 231, e tem acesso directo ao ponto mais alto da Serra da Estrela pela EN338, estrada concluída em 2006, seguindo um traçado pré-existente, com um percurso de 9,2 km de paisagens deslumbrantes, entre as cotas 960m (Portela do Arão ou Portela de Loriga) e 1650m, junto à Lagoa Comprida, onde se liga com a EN339.
É conhecida como a "Suíça Portuguesa" devido à sua extraordinária paisagem e localização geográfica. Está situada a cerca de 770m de altitude, na sua parte urbana mais baixa, rodeada por montanhas, das quais se destacam a Penha dos Abutres (1828m de altitude) e a Penha do Gato (1771m), e é abraçada por dois cursos de água: a Ribeira de Loriga ou "Courelas ou "Nave", e a Ribeira de S.Bento, que desagua naquela depois da E.T.A.R.. A Ribeira de Loriga, é um dos maiores afluentes do Rio Alva.
Está dotada de uma ampla gama de infra-estruturas físicas e socio-culturais, que abrangem todos os grupos etários, das quais se destacam, por exemplo, o Grupo Desportivo Loriguense, fundado em 1934, a Sociedade Recreativa e Musical Loriguense, fundada em 1905, os Bombeiros Voluntários de Loriga, criados em 1982, cujos serviços abrangem a área aproximadamente equivalente aos limites do antigo Concelho de Loriga, a Casa de Repouso Nossa Senhora da Guia, uma das últimas obras sociais de relevo, e a Escola Dr. Reis Leitão. Em Março de 2007 iniciaram-se as obras do novo Quartel dos Bombeiros Voluntários, edifício essencial para completar as infra-estruturas necessárias à vila, ficando a faltar outras, como por exemplo o pavilhão multiusos e o museu dos lanifícios.
Ao longo do ano celebram-se de maneira especial o Natal, a Páscoa (com a Amenta das Almas - cantos nocturnos masculinos, que evocam as almas de entes falecidos por altura da Quaresma), festas em honra de Sto. António (durante o mês Junho) e S. Sebastião (no último Domingo de Julho), com as respectivas mordomias e procissões. Porém, o ponto mais alto das festividades religiosas é a festa dedicada à padroeira dos emigrantes de Loriga, Nª. Srª. da Guia, que se realiza todos os anos, no primeiro Domingo de Agosto. No segundo Domingo, tem lugar a festa em honra de Nª. Srª. da Ajuda, no Fontão de Loriga.

Casa antiga em Loriga

História

Fundada originalmente no alto de uma colina entre ribeiras onde hoje existe o centro histórico da vila. O local foi escolhido há mais de dois mil e seiscentos anos devido à facilidade de defesa (uma colina entre ribeiras), à abundância de água e de pastos, bem como ao facto de a as terras mais baixas providenciarem alguma caça e condições mínimas para a prática da agricultura. Desta forma estavam garantidas as condições mínimas de sobrevivência para uma população e povoação com alguma importância.

Calçada Romana

O nome veio da localização estratégica da povoação, do seu protagonismo e dos seus habitantes nos Hermínios (actual Serra da Estrela) na resistência lusitana, o que levou os romanos a porem-lhe o nome de Lorica (antiga couraça guerreira). Os Hermínios eram o coração e a maior fortaleza da Lusitânia. É um facto que os romanos lhe deram o nome de Lorica, e deste nome derivou Loriga (designação iniciada pelos Visigodos) e que tem o mesmo significado. É um caso raro, em Portugal, de um nome bi-milenar, sendo de grande importância histórica, e justifica que a Lorica seja a peça central e principal do brasão da vila.
Situada na parte Sudoeste da Serra da Estrela, a sua beleza paisagística é o principal atractivo de referência. Os socalcos e sua complexa rede de irrigação são um dos grandes ex-libris de Loriga, uma obra gigantesca construída pelos loriguenses ao longo de muitas centenas de anos e que transformou um vale belo mas rochoso num vale fértil. É uma obra que ainda hoje marca a paisagem do belíssimo Vale de Loriga, fazendo parte do património histórico da vila e é demonstrativa do génio dos seus habitantes.
Em termos de património histórico, destacam-se também a ponte e a estrada romanas (século I a.C.), uma sepultura antropomórfica (século VI a.C.), a Igreja Matriz (século XIII, reconstruída), o Pelourinho (século XIII, reconstruído), o Bairro de São Ginês (São Gens) com origem anterior à chegada dos romanos e a Rua de Viriato, herói lusitano que a tradição local e alguns documentos apontam como sendo natural desta antiquíssima povoação. A Rua da Oliveira, pela sua peculiaridade, situada na área mais antiga do centro histórico da vila, recorda algumas das características urbanas da época medieval.
A estrada romana e uma das duas pontes (a outra ruiu no século XVI após uma grande cheia na Ribeira de S. Bento), com as quais os romanos ligaram Lorica, na Lusitânia, ao restante império, merecem destaque.
O Bairro de São Ginês (S.Gens) é um ex-libris de Loriga e nele destaca-se a capela de Nossa Senhora do Carmo, construída no local de uma antiga ermida visigótica precisamente dedicada àquele santo.
Quando os romanos chegaram, a povoação estava dividida em dois núcleos. O maior, mais antigo e principal, situava-se na área onde hoje existem a Igreja Matriz e parte da Rua de Viriato e estava fortificado com muralhas e paliçada. No local do actual Bairro de S.Ginês (S.Gens) existiam já algumas habitações encostadas ao promontório rochoso, em cima do qual os Visigodos construíram mais tarde uma ermida dedicada àquele santo.
Loriga era uma paróquia pertencente à Vigararia do Padroado Real e a Igreja Matriz foi mandada construir em 1233 pelo rei D. Sancho II. Há alguns escritos que dão conta que até 1713 a igreja era orago de Nossa Senhora da Conceição, no entanto, parece manter-se a ideia de que foi sempre orago de Santa Maria Maior e que se mantém.
Foi construída no local de outro antigo e pequeno templo, do qual foi aproveitada uma pedra com inscrições visigóticas, que está colocada na porta lateral virada para o adro. De estilo românico, com três naves, e traça exterior lembrando a Sé Velha de Coimbra, esta igreja foi destruída pelo sismo de 1755, dela restando apenas partes das paredes laterais.

O sismo de 1755 provocou enormes estragos na vila, tendo arruinado também a residência paroquial e aberto algumas fendas nas robustas e espessas paredes do edifício da Câmara Municipal construído no século XIII.
Um emissário do Marquês de Pombal esteve em Loriga a avaliar os estragos mas, ao contrário do que aconteceu com a Covilhã (outra localidade serrana muito afectada), não chegou do governo de Lisboa qualquer auxílio.
Loriga é uma vila industrial (têxtil) desde a primeira metade do século XIX, em termos de indústria moderna, sendo também influenciada pela chamada revolução industrial. No entanto, já no século XV os loriguenses se dedicavam aos lanifícios, embora de forma artesanal.
Chegou a ser uma das localidades mais industrializadas da Beira Interior, e a actual sede de concelho só conseguiu suplantá-la quase em meados do século XX. Tempos houve em que só a Covilhã ultrapassava Loriga no número de empresas.
Nomes de empresas, tais como: Regato, Redondinha, Fonte dos Amores, Tapadas, Fândega, Leitão & Irmãos, Augusto Luis Mendes, Lamas, Nunes Brito, Moura Cabral, Lorimalhas, etc, fazem parte da rica história industrial desta vila.
A principal e maior avenida de Loriga tem o nome de Augusto Luís Mendes, o mais destacado dos antigos industriais loriguenses. Apesar de, por exemplo, dos maus acessos que se resumiam à velhinha estrada romana de Lorica, com dois mil anos, o facto é que os loriguenses transformaram Loriga numa vila industrial progressiva, o que confirma o seu génio.
Loriga é um exemplo das consequências que uma guerra civil pode ter numa localidade e numa região. Loriga tinha a categoria de sede de concelho desde o século XII, tendo recebido forais em 1136 (João Rhânia, senhorio das Terras de Loriga durante cerca de duas décadas, no reinado de D. Afonso Henriques), 1249 (D. Afonso III), 1474 (D. Afonso V) e 1514 (D. Manuel I).
Apoiou os Absolutistas contra os Liberais na guerra civil portuguesa e isso custou-lhe deixar de ser sede de concelho em 1855 após a aplicação do plano de ordenação territorial levada a cabo durante o século XIX, curiosamente o mesmo plano que deu origem aos Distritos.
A partir da primeira metade do século XIX, como já foi mencionado, tornou-se um dos principais pólos industriais da Beira Alta, com a implantação da indústria dos lanifícios, que entrou em declínio na década de 60 e 70 e por último na década de 90 do século passado o que fez levar à desertificação da Vila, facto que afecta de maneira geral as regiões interiores de Portugal devido às inexistentes, insuficientes e erradas políticas de coesão nacional.

Rua da Oliveira

(Registado aqui - Ano de 2004)


Junta de Freguesia de Loriga

As Sedes da Junta de Freguesia de Loriga

Largo do Fonte do Mouro
6270 - 073 Loriga
Apartado 1019
Telef.238/953178 - Fax.238/951133

Actual Presidente desde 2017

José Manuel Pinto (MI)

Não foram muitas as sedes da Junta de Freguesia de Loriga, regista-se que durante longos anos foi no Terreiro da Lição, por altura do ano de 1975, passou para as instalações da Fundação Cardoso de Moura e dali passou para a antiga escola primária situada no Fonte do Mouro, onde hoje se encontra.


Órgão da Junta de Freguesia (Anos de Mandato)

De 1942 a 1945
Padre António Mendes Cabral Lages
Carlos Cabral Leitão
António Nunes de Pina

De 1946 a 1950
Manuel Gomes Leitão
José Nunes de Moura
Carlos Nunes de Pina

De 1951 a 1954
António Nunes Ribeiro
Valdemar Nunes de Brito
Pedro Vaz Leal

De 1955 a 1959
Carlos Nunes Cabral
José Cabral Leitão
Prof. António Domingos Marques

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***

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De 1960 a 1962
António Fernandes Leitão
Manuel Gomes Leitão
António dos Santos Aparício

De 1963 a 1971
Prof. Adelino de Moura Galvão
Prof. José Coutinho da Cunha
Jos dos Santos Mascarenhas

De 1972 a 1976
António Pinto Ascensão
José de Pina Gonçalves
Joaquim Gonçalves de Brito

De 1977 a 1979
Álvaro dos Santos Aparício
Prof. Maria Helena F. Leitão M. Galvão
Horácio Costa Pinto Ortigueira

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De 1980 a 1985
Horácio Costa Pinto Ortigueira
José Manuel Almeida Pinto
Viriato Simão Mendes

De 1986 a 1989
Fernando Ambrósio Pereira
Prof. Luís Manuel Pereira Fernandes
Joaquim Brito dos Santos

De 1990 a 1993
Carlos Nunes Cabral Júnior
António José Aparício Conde *
* (Substituído em 30.9.1991)
Fernando Ambrósio Pereira *
* (Substituído em 28.9.1992)
José Gabriel Alves Mourita
(a partir de 30.9.1991)
António Maurício Moura Mendes
(a partir de 28.9.1992)

De 1994 a 1997 e de 1998 a 2001
José Manuel Almeida Pinto
Prof. Luís Manuel Pereira Fernandes
Manuel Mendes Henrique de Lemos

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***

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De 2002 a 2005
José Manuel Almeida Pinto
José Prata Amaral
António Maurício Moura Mendes

De 2006 a 2009
António Maurício Moura Mendes
Adv. Jorge dos Santos Marques *
* (Substituído em 2.5.2007)
António Brito Aparício
Victor Manuel Brito Moura
(a partir de 2.5.2007)

De 2010 a 2013
António Maurício Moura Mendes
Jorge Alves Pina
Prof. Maria Carmo Mendes Fernandes Pereira

De 2013 a 2017
António Maurício Moura Mendes
Jorge Alves Pina
Prof. Maria Carmo Mendes Fernandes Pereira

***

De 2017 a 2021
José Manuel Almeida Pinto
Adriano Manuel Amaral Lopes
Maria Filomena Fernandes Ano Bom e Saraiva


Local geográfico no Mapa-Mundo onde está situada Loriga


Distâncias quilométricas

entre Loriga e outras cidades de Portugal

Distância quilométricas entre

Loriga e algumas cidades europeias

-Lisboa................

292 Km

-Santarém .........

256 Km

-Fátima ...............

204 Km

-Porto .................

187 Km

-Leiria .................

183 Km

-Coimbra.............

122 Km

-Castelo Branco

123 Km

-Beja ...................

350 Km

-Setúbal .............

340 Km

-Faro ...................

543 Km

-Évora .................

296 Km

-Guarda ..............

90 Km

-Covilhã ..............

62 Km

-Aveiro ................

145 Km

-Bragança ........

240 Km

-Viseu ................

65 Km

-Vila Real ..........

176 Km

-Braga ...............

242 Km

-Londres .........

1.940 Km

-Paris ...............

1.510 Km

-Copenhaga ....

2.800 Km

-Helsinquia ......

3.790 Km

-Oslo .................

3.220 Km

-Estocolmo ......

3.390 Km

-Amestardam..

2.030 Km

-Bruxelas .........

1.800 Km

-Hamburgo ......

2.540 Km

-Berlim .............

2.650 Km

-Munique .........

2.250 Km

-Madrid.............

450 Km

-Barcelona......

990 Km

-Bucareste .....

3.650 Km

-Frankfurt .......

2.080 Km

-Zurique ..........

1.940 Km

-Milão ..............

2.140 Km

-Roma .............

2.420 Km

-Luxemburgo

1.700 Km

-Veneza .........

2,240 Km

-Viena ............

2.710 Km

-Atenas .........

3.820 Km

-Istambul ......

4.160 Km

(Registado aqui - Ano de 1999)


Itinerários mais rápidos dos vários pontos de Portugal

Via Norte - Porto (190 Km):
Auto-estrada A1 em direcção a Lisboa. Sair em Aveiro (cerca de 53 Km percorridos) seguir EP5 no sentido Viseu-Vilar Formoso. Sair em Mangualde (cerca de 135 Km percorridos) tomar a EN 234 até Nelas (cerca de 150 Km percorridos) seguir a EN 231 em direcção a Seia, seguindo sempre na mesma Estrada Nacional Nr. 231 em direcção a
Loriga - (percurso total - cerca 190 Km).

Via Norte - Bragança/Tras-os-Montes (219 Km)
Tomar a EP4 e sair em Macedo de Cavaleiros (cerca de 40 Km, percorridos) seguir na EP2 (EN 102) em direcção a Celorico da Beira. Nesta cidade (cerca de 172 Km percorridos) tomar a Estrada da Beira (EN 17) em direcção a Coimbra. Em Seia (cerca de 197 Km percorridos) seguir para a Estrada Nacional Nr.231 em direcção a
Loriga (percurso total - cerca 219 Km).

Via Sul - Lisboa (292 Km - Percurso Beira Alta)
Auto-estrada A1 em direcção ao Porto. Depois de Coimbra (cerca de 193 Km percorridos) seguir EP3 em direcção a Viseu. Um pouco depois de Penacova na região de Raiva (cerca de 218 Km percorridos) seguir a IC7 na direcção Covilhã (cerca de 230 Km percorridos) tomar a Estrada da Beira (EN 17) em direcção Seia/Guarda. Sair desta estrada na Catraia de São Romão (cerca de 273 Km percorridos) seguir até São Romão e tomar a Estrada Nacional N.231 em direcção a
Loriga (percurso total - cerca 292 Km).

Via Sul - Lisboa (317 Km) - Percurso Beira Baixa
Auto-estrada A1 em direcção ao Porto. Sair para A23 no sentido de Torres Novas (cerca de 93 Km percorridos). Seguir na A23 em direcção a Castelo Branco-Guarda. Sair em Tortozendo (cerca de 271 Km percorridos) e seguir para Estrada Nacional Nr. 230 em direcção a Unhais da Serra (cerca de 284 Km percorridos) continuar na mesma estrada nacional até às Pedras Lavradas onde vira à direita para a Estrada Nacional Nr. 231 em direcção a
Loriga. (percurso total - cerca 317 Km).

Via Sul - Faro/Algarve (543 Km)
Tomar a Via do Infante seguir em direcção a Albufeira/Lisboa. Em Ferreira (cerca de 24 Km percorridos) seguir A2 direcção a Lisboa. Sair em Ourique (cerca de 106 Km percorridos) e tomar a EP2 direcção Beja; Évora; Estremoz; Portalegre e Nisa.Tomar a A23 direcção Castelo Branco/Guarda. Sair em Tortozendo (cerca de 493 Km percorridos) e seguir para a Estrada Nacional Nr.230 Km em direcção a Unhais da Serra (cerca de 510 Km percorridos) continuar na mesma estrada nacional até às Pedras Lavradas onde vira à direita para a Estrada Nacional Nr. 231 em direcção a
Loriga. (percurso total - cerca 543 Km).

Via Internacional - Fronteira/Espanha (131 Km)
Fronteira-Vilar formoso, seguir na nova auto-estrada A25 direcção Guarda/Lisboa. Sair na Guarda (cerca de 42 Km percorridos) tomar a direcção da EP 5 em sentido de Viseu/Aveiro. Sair em Celorico da Beira (cerca de 65 Km percorridos) e tomar a Estrada da Beira (EN 17) em direcção a Coimbra. Em Seia (cerca de 107 Km percorridos) seguir para a Estrada Nacional Nr.231 em direcção a
Loriga (percurso total - cerca 131 Km).

(Registado aqui - Ano de 2007)


Outros Itinerários de Referência para visitar Loriga

Se a sua deslocação for pelo lado de Coimbra, pode ter o privilégio de subir o belíssimo vale glaciar de Loriga, com as suas encostas verdejantes. Antes de chegar à vila de Loriga, passará pelas aldeias de Muro, Casal do Rei e Cabeça. Aldeias nas quais o xisto ainda domina nas paredes das suas casas, aninhadas no Vale de Loriga, envolvidas numa beleza calma, repousante, inesquecível.
A subida pelo Vale de Loriga começa na aldeia de Vide (à qual se chega pelo IP3, EN17 e EN 230 (IC6), e as encostas vão surgindo cada vez mais altas, à medida que o vale vai estreitando e depois alargando, tornando-se amplo para receber o casario da vila de Loriga, que já é visível. A aldeia de Cabeça ficou para trás e encontra uma estrada mais larga, é a EN 231, e o local chama-se (já era assim no século XII) Portela de Loriga, também conhecida actualmente por Portela do Arão. Ali vira à direita e em breve está a entrar na vila. A descida do Vale de Loriga, o caminho inverso, também é espectacular. Em alternativa, pode utilizar a EN338 a partir da aldeia de Vide, seguindo um percurso menos interessante mas mais rápido, lateral em relação ao Vale de Loriga.
Pelo lado da Covilhã, sai da A23, apanha a EN 230 no Tortosendo, passa por Unhais da Serra até encontrar um amplo cruzamento, num local conhecido por Pedras Lavradas.
Entrou na Região de Loriga, na área do antigo Município de Loriga. Aí vira à sua direita, começando a percorrer uma das mais belas encostas da Estrela, passa por Alvôco da Serra, e a subida termina na entrada do Vale de Loriga. A vista torna-se mais abrangente, mais bela, está no Mirante de Loriga.
Pare, aproxime-se da berma da estrada (existe um terraço) e contemple a beleza esmagadora que tem diante de si. Lá em baixo, o casario da vila estende-se pelo imponente vale, juntamente com muitas centenas de socalcos, uma obra gigantesca feita pelos loriguenses ao longo de muitas centenas de anos. Socalcos que, aliados a uma complexa rede de irrigação, transformaram um vale pedregoso num vale fértil. A imponência desta obra gigantesca é mais visível na colina onde se ergue o centro histórico da vila, local onde, há mais de dois mil e seiscentos anos surgiu a povoação. A colina ergue-se entre duas ribeiras, qual ilha, um local sem dúvida bem escolhido pelos antepassados dos loriguenses. Desça e seja bem-vindo à vila.
Pelo lado de Seia, apanhe a EN 231 na direcção da Covilhã, entre na Região de Loriga, passando pela bonita e histórica aldeia de Valezim e entre no Vale de Loriga pela Portela de Loriga (Portela do Arão). Através da EN 338, existe o acesso rápido à Torre, e vice-versa, através deste cruzamento, permitindo também maior fluidez no trânsito nas épocas de grande movimento turístico. A EN 338 liga a EN 230, junto da aldeia de Vide, à EN 339 acima da Lagoa Comprida, através da Portela do Arão, local onde cruza com a EN 231.
Caso não saiba, e seja praticante de esqui, fique a saber que, as Pistas de Esqui estão dentro da área da freguesia de Loriga. A neve é sempre um grande atractivo, no Inverno, e pode portanto praticar esqui em Loriga. Mas, no Verão, também tem praia em Loriga, mais exactamente, praia fluvial, situada numa área onde são ainda perfeitamente visíveis os vestígios deixados pelo glaciar que abriu o belo Vale de Loriga.
Um largo com um jardim e um fontanário de granito, assinalam o início da área urbana da vila, a qual se torna visível após a curva na estrada. Aparecem as montanhas com cerca de dois mil metros de altitude, que parecem querer desabar sobre a vila, um sinal evidente que está no coração da Serra da Estrela, na localidade geograficamente mais próxima da Torre, o ponto mais alto. Se quiser apreciar a bela e singular vista do centro histórico da vila, enquadrado na fantástica paisagem do Vale de Loriga, vire à sua direita e desça ao santuário de Nossa Senhora da Guia. Ali, pode gozar momentos de prazer ou de fé (ou ambos), enquanto aprecia a espectacular paisagem.
A algumas centenas de metros à direita da estrada que desce para o santuário, pode admirar uma sepultura antropomórfica milenar, e um troço da estrada romana de Loriga, construída no século I antes de Cristo, e que foi utilizada até à década de trinta do século XX. Do outro lado da vila pode admirar também outro troço da estrada, e a ponte romana construída sobre a Ribeira de Loriga.
Pode entrar no centro histórico da vila, via santuário, pela muito antiga Rua do Porto, que teve origem na estrada romana, e ter uma perspectiva única da colina coroada pelo casario, que se ergue do outro lado da Ribeira de São Bento. Mesmo que não tenha grandes conhecimentos de história, poderá então imaginar a antiguidade da povoação. Pode optar pela entrada moderna e ampla da Avenida Augusto Luís Mendes.
Seja bem-vindo(a) à bela e histórica vila de Loriga, onde muitas e agradáveis surpresas esperam por si.

(Registado aqui - Ano de 2006)


Distância quilométrica de Loriga - Fronteira de (Vilar Formoso) - cerca de 131 Km.

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Distância quilométrica de Loriga - EP 5 (Mangualde) - cerca de 55 Km.

Distância quilométrica de Loriga - EP 5 (Celorico da Beira) - cerca de 66 Km.

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Distância quilométrica de Loriga - Guarda, Capital do Distrito - cerca de 89 Km.

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Distância quilométrica de Loriga - Seia, Sede do Concelho - cerca de 19 Km.

***

Localidades mais próximas:
Cabeça cerca de 7 Km.
Alvoco da Serra cerca de 8 Km.
Valezim cerca de 8 Km.
Sazes da Beira cerca de 8 Km.

(Registado aqui - Ano de 1999)


Distância de Loriga aos Aeroportos Internacionais

LISBOA: Aeroporto da Portela

300 Km.

PORTO: Aeroporto Sá Carneiro

187 Km.

FARO: Aeroporto de Faro

543 Km.

(Registado aqui - Ano de 1999)


Posto de Informação Turistica (Ano 2001)
Rua Coronel Reis, 25
6270 - 090 Loriga
Telef 238/954320

Números de Telefones úteis
Indicativo 238 (via Nacional) - 00351/238 (Via Internacional)

-Junta de Freguesia

953178

-Bombeiros Voluntários

953255

-Paroco de Loriga

953204

-Posto Médico

953136

-Praça de Taxis

953109

-G.N.R.

953152

-Jornal "A Neve"

953204

-Grupo Desportivo

953173

-Farmácia "Popular"

953138

-Escola C+S

953226

-Doutor A.Crespo

953102

-Doutor A.Nolasco

953417

-Escola Primária

953235

-Centro Ass.Paroquial

953191

-Caixa Crédito Agricola

953456

(Registado aqui - Ano de 2001)


A Vila de Loriga é Orago de Santa Maria Maior
Além da Igreja Matriz possui esta localidade 4 Capelas:
Nossa Senhora da Guia, São Sebastião, N. S. do Carmo e N. S. Auxiliadora.

Actual Pároco
Padre João António Gonçalves Barroso (desde Outubro/2002)

Missas Dominicais
Sábado 20,30 horas - Domingo 11,30 horas

Feriado em Loriga:- 03 de Julho (Municipal)

Feiras:- Primeiro Sábado do Mês

Principais Festas (Anual)
Sto.António - 2a. Semana de Junho
São Sebastião - Julho (variável)
N. S. da Guia - Primeiro Domingo de Agosto


Estação de Caminhos de Ferro mais próxima:
Nelas cerca de 40 Km.

(Registado aqui - Ano de 2002)


Transportes Rodoviários:

Expresso:- LORIGA - LISBOA (cerca de 300 Km)

***

Período de:- 01.JUNHO a 30.SETEMBRO - Excepto Domingos e Feriados

Partida:- 15,00 Horas

Chegada:- 19,50 Horas

Preço:- 16,00 € (Ano 2008)

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Período de:- 01.JUNHO a 30.SETEMBRO:- Domingos e Feriados

Partida:- 17,00 Horas

Chegada:- 21,50 Horas

Preço:- 16,00 € (Ano 2008)

***

Expresso:- LISBOA - LORIGA (cerca de 300 Km)

Período de:- 01.JUNHO a 30.SETEMBRO - Diariamente

Partida:- 07,00 Horas

Chegada:- 11,30 Horas

Preço:- 16,00 € (Ano 2008)

***

Partida:- 18,45 Horas

Chegada:- 23,30 Horas

Preço:- 16,00 € (Ano 2008)

***

Expresso:- LORIGA - LISBOA (cerca de 300 Km)

Período de:- 01.OUTUBRO a 31.MAIO

Partida:- 10,00 Horas

Chegada:- 14,35 Horas

Preço:- 16,00 € (Ano 2008)

Às 2ª.s Feiras (ou 3ª.s Feiras se dia seguintes a Feriado) e Sábados (ou 6ª. Feiras se Feriado)

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Expresso:- LISBOA - LORIGA (cerca de 300 Km)

Período de:- 01.OUTUBRO a 31.MAIO

Partida:- 18,45 Horas

Chegada:- 23,30 Horas

Preço:- 16,00 € (Ano 2008)

Às 6ª.s Feiras (ou 5ª.s Feiras se véspera de Feriado) e Domingos (ou 2ª. Feiras se Feriado)


a)- Existem diariamente outros horários de Expressos com partida de Lisboa, com destino a Seia, Gouveia com passagem por São Romão (1) (cerca de 18 Km de Loriga) que podem ser alternativas para quem viaje com destino a Loriga. (Exemplo:- 07,30 horas; 10,30 horas; 15,35 horas; 17,35 horas) = 16,00 € (Ano 2008)

b)- Existem diariamente outros horários de Expressos com passagem por São Romão (1) (cerca de 18 Km de Loriga) com destino a Lisboa, vindos de Seia e Gouveia, que podem ser alternativas para quem viaje com destino a Lisboa ou mesmo Coimbra. (Exemplo:- 07,00 horas; 10,30 horas; 15,45 horas; 18,45 horas) = 16,00 € (Ano 2008)

(1) De São Romão existem Autocarros regionais que fazem carreira para Loriga, ou de Loriga para São Romão e Seia, convém o passageiro informar-se.

Posto de Venda de Bilhetes em Loriga:
Café "Minilor" Av.Augusto Luis Mendes
Telef. 238 953213

(Registado aqui - Ano de 2004)


Carreiras Regionais com ligação à CP:

Loriga-Seia

Loriga-Nelas

Loriga-Viseu

Loriga-Vide

Loriga-Guarda

Loriga-Fundão

Transportes efectuados pelas Empresas:- Auto-Transporte do Fundão e Empresa "Marques" Viseu

(solicitar informação horária)

(Registado aqui - Ano de 2002)


Telefone Público de Loriga: CTT de Loriga:
Telef. 238/953177 - 238/954011 - Fax.238/954085

***

Indicativos Telefónico

Portugal:- 00351 Loriga:- 238

Código Postal

6270 - (***) - Loriga

(***) Números correspondentes às ruas e hoje obrigatoriamente aplicáveis

(Registado aqui - Ano de 1999)


Roteiro de Loriga

Vias

Sinais Convencionais
(Av)=Avenida (B)=Beco (C)=Calçada (L)=Largo
(Q)=Quelha (P)=Pátio (R)=Rua (T)=Travessa

****


(A)

-A (R) - Fica no Bairro Engenheiro Saraiva e Sousa
(Vista Alegre)
-Adro da Igreja (L) - Fica no meio da Rua Sacadura
Cabral.
-Amoreira (T) - Começa na Rua Coronel Reis e
acaba no Largo do Reboleiro antiga
"Quelha do Rato".

-Augusto Luís Mendes (Av) - Começa no final da Av. do
Brasil e termina no local conhecido por
"Carreira"
-Avenal (R) - Começa na Rua Fonte do Vale e
termina na ETAR


(B)

-B (R) - Fica situada no Bairro Engenheiro Saraiva
e Sousa (Vista Alegre)
-Barroca (T) - Princípia na Rua Sacadura Cabra e
termina na "Quelha da Barroca" propriamente dita.

-Bombeiros Voluntários de Loriga (R) - Começa no
Largo da Lição e termina no Bairro das Penedas.
-Brasil (Av) - Começa na Estrada Nacional Nr. 231 e
termina no principio da Avenida Augusto Luís Mendes


(C)

-C. (R) - Fica no Bairro Bairro Engenheiro Saraiva e
Sousa (Vista Alegre)
-Cabeço (R) - Começa na Rua Viriato no local
conhecido pelo "Terreiro do Fundo" e acaba no alto
do "Cabeço" (sem saída)
-Cantigas (P) - (nome popular) - Fica no meio da
Rua Vasco da Gama e no final da Rua Santo Cristo.
-Cecília (Q) - Princípia na Rua Gago Coutinho e finda
na Rua Coronel Reis.
-Chão das Relvas (Av) - Começa no final da Rua
Padre Lages (Bairro Padre Lages-Escorial)
-Chão do Velho (T) - Princípia na Rua Gago Coutinho
e termina na Rua José Mendes Veloso.

-Clube (P) - (nome popular) - Fica no local conhecido
por "Praça".
-Comunidades Loriguenses (R) - Começa no final da
Rua Dom Afonso Henriques, no local conhecido por
"Volta" e acaba no inicio da Rua da Fândega.
-Cónego Nogueira (R) - Começa no local conhecido por
"Praça" e acaba no Largo do Reboleiro.
-Constânça Brito (R) - Começa na Rua Sacadura Cabral
e termina na Rua Viriato.
-Coronel Reis (R) - Princípia no final da Av. Luis Mendes
no local conhecido por "Carreira" e acaba na Rua Gago
Coutinho.


(D)

-D (R) - Fica no Bairro Engenheiro Saraiva
e Sousa (Vista Alegre).
-Dom Afonso Henriques (R) - Começa no Largo do
Reboleiro e termina no local conhecido pela "Volta".

-Doutor Amorim da Fonseca (L) - Fica na Rua Gago 
Coutinho. 


(E)

Estrada Nacional Nr. 231 - Trajecto em Loriga
compreendido entre a Portela do Arão e "Selada".


(F)

-Fândega (R) - Começa no final das Ruas do Vinhô e
das Comunidades Loriguenses.
-Figueiredo (T) - Começa na Rua Gago Coutinho e
acaba na "Quelha" com o mesmo nome.
-Flores (R) - Começa na Rua Cónego Nogueira e
acaba no final da Rua Viriato, no local conhecido
por "Vinhô"

-Fonte do Mouro (R) - Começa na Av. Augusto Luis
Mendes e acaba na Estrada Nacional Nr.231,
no local conhecido por Vista Alegre.
-Fonte do Vale (R) - Começa na Rua Viriato e termina
na Rua da Fândega.


(G)

-Gago Coutinho (R) - Começa no Largo do Santo
António e termina no local conhecido por "Almas".


(J)

-José Mendes Veloso (R) - Começa na Rua
Gago Coutinho e termina na Rua Coronel Reis.


(N)

-Nossa Senhora da Guia (Av) - Começa na
Estrada Nacional Nr.231, e termina no Santuário
de N. S. da Guia.


(O)

-Oliveira (R) - Começa na Rua Viriato
e acaba na "Quelha da Barroca".


(P)

-Padre António Mendes Lages (R) - Começa na
Rua Santo Cristo e termina na Rua Viriato.
-Padre António Roque Abrantes Prata (Av) - Prin-
cípia no fim da Av. Brasil e termina no local
conhecido por "Volta"
-Padre Lages (R) - Começa na Estrada Nacional
Nr.231 e estende-se por todo o Bairro com o
mesmo nome, ou Bairro do Escorial..
-Passos do Senhor (R) - Começa na Rua Coronel
Reis e acaba no Largo do Reboleiro.
-Pastor da Estrela (R) - Começa na Rua do
Vinhô e acaba na Rua da Fonte do Vale.
-Património dos Pobres (T) - Começa na
Rua Cónego Nogueira e finda no Bairro dos Pobres.
-Pelourinho (L) - Fica na Rua Gago Coutinho.

-Polourinho (T) - Começa no Largo do Pelourinho.
-Porto (R) - Começa no local conhecido pela Ponte
do Porto e acaba no principio da Rua de São
Sebastião.
-Praça (T) - Começa na Rua Gago Coutinho
no local conhecido pela "praça", e termina no
portão do "Casarão antigo Sindicato" (sem saída).
-Professor Alberto Pina Gomes-(R) - Fica
no Bairro das Penedas (3ª. Rua).
-Professor Egas Moniz (R) - Começa
na Rua Fonte do Mouro e acaba na Escola
Primária (sem saída).
-Professora Alice Almeida Abreu-(R) - Fica
o Bairro das Penedas (1ª. Rua).
-Professora Irene Almeida Abreu (R) - Fica
no Bairro das Penedas (2ª.Rua).


(Q)

-Quintal (T) - (nome popular) - Começa na Rua
Gago Coutinho, no local conhecido por
"Almas" (sem saída)


(R)

-Reboleiro (L) - Fica no fim da Rua Cónego Nogueira 
e principio da Rua Dom Afonso Henriques.
-Reboleiro (T) - Começa na Rua Coronel Reis e 
termina na Rua Cónego Nogueira.

-Redondinha (R) - Começa no final da Avenida 
Brasil e termina na Redondinha propriamente 
dita (sem saída).
-Regato (R) - Começa no principio da Rua das 
Comunidades Loriguenses e final da Rua D. Afonso
Henriques e termina na Firma "Pinto Lucas" (sem saída).


(S)

-Sacadura Cabral (R) - Começa no Largo do Santo
António e termina no Largo do Adro da Igreja.
-Sacadura Cabral (T) - Começa na Rua Sacadura
Cabral (sem saída)
-Sacavém (R) - Começa na Rua do Porto e termina
no termo do local conhecido pelas "Lages"
-Santo António (L) - Fica no fim da Av. Augusto Luis
Mendes e princípio da Rua Sacadura Cabral
-Santo António (T) - Começa no Largo do Santo
António e termina na Rua Coronel Reis.
-Santo Cristo (R) - Começa na Rua Sacadura
Cabral e termina na Rua Padre António Mendes
Lages.

-São Bento (R) - Começa na Rua Santo Cristo
e termina na Rua Viriato.
-São Ginês (B) - (nome popular) - Fica no Bairro
de S.Ginês (sem saída).
-São Ginês (R) - Princípia no Largo do Terreiro da Lição
e termina na Rua Gago Coutinho.
-Sociedade Recreativa Musical Loriguense (R) - Co-
meça na Rua Sacadura Cabral e termina no fim
da Rua Viriato no local conhecido por "Vinhô".


(T)

-Tapadas (R) - Começa na Estrada Nacional
Nr.231, e termina nas "Tapadas" propriamente dito.
-Tapado (R) - Princípia na Rua da Fândega
e termina no "Tapado" propriamente dito.

-Teixeiro (R) - Começa na Av. Augusto Luís 
Mendes e termina no local conhecido por "Moenda"
-Terreiro da Lição (L) - Fica na Rua Gago Coutinho  
e estende-se até Bairro do S.Ginês.


(T)

-Vasco da Gama (R) - Começa na Rua Sacadura
Cabral e termina na Rua Viriato.
-Vinhô (R) - Começa no fim da Rua Viriato
e termina no princípio da Rua da Fândega.

-Vinhô (T) - Começa na Rua do Vinhô e termina
na Rua da Fândega.
-Viriato (R) - Começa no fim da Rua Sacadura
Cabral no lugar conhecido por "Terreiro do " Fundo"
e termina no princípio da Rua do Vinhô.

****

Códigos Postais de Loriga

Avenidas

-Augusto Luís Mendes
-Brasil

-Chão das Relvas
-Padre António R.A.Prata

6270-075
6270-076
6270-076
6270-077

Bairros

*- Bairro da Vista Alegre
-Bairro das Penedas - Ruas 1,2,3,
(Professores) Alberto, D. Irene e D.Alice
-Bairro de S.Ginês (Rua + Beco)
*- Bairro Eng.Saraiva e Sousa Ruas A+B+C
-Bairro Património dos Pobres

6270-078

6270-124
6270-079
6270-072
6270-084

* É compreendido pelo mesmo Bairro

Estradas

-Estrada Nacional Nr.231

6270-080

Largos

-Adro da Igreja
-Doutor Amorim da Fonseca
-Reboleiro
-Santo António
-Terreiro da Lição

6270-074
6270-082
6270-081
6270-083
6270-111

Ruas

-António Mendes Lages
-Avenal
-Bairro Eng.Saraiva e Sousa
(Vista Alegre)Ruas A;B;C;D;
-Cabeço

-Comunidades
-Cónego Nogueira
-Constância Brito
-Coronel Reis
-D. Afonso Henriques
-Fandega
-Flôres
-Fonte do Mouro
-Fonte do Vale
-Gago Coutinho
-José Mendes Veloso
-Oliveira
-Padre Lages
-Pastor

6270-087
6270-088

6270-072
6270-086
6270-093
6270-089
6270-123
6270-090
6270-104
6270-073
6270-073
6270-073
6270-073
6270-108
6270-106
6270-091
6270-073
6270-097

-Porto
-Redondinha
-Regato
-Repoleiro
-Sacadura Cabral
-Sacavém
-S.Ginês
-Santo Cristo
-São Bento
-Sociedade Musical de Loriga
-Tapadas
-Tapado
-Teixeiro
-Urbanização Bairro Penedas
(Ruas 1,2,3,(Professores)
-Vinhô
-Viriato
-Volta

6270-098
6270-107
6270-099
6270-089
6270-108
6270-073
6270-079
6270-109
6270-095
6270-110
6270-094
6270-100
6270-101

6270-124
6270-102
6270-103
6270-092

Travessas

-Amoreira
-Barroca
-Chão do Velho
-Figueiredo
-Património dos Pobres
-Pelourinho
-Praça

6270-112
6270-113
6270-115
6270-073
6270-120
6270-116
6270-114

-Reboleiro
-Sacadura Cabral
-Santo António
-Terreiro do Fundo
-Vinhô
-Viriato

6270-117
6270-121
6270-122
6270-123
6270-118
6270-119

Quelha

-Cecilia

6270-085

-----------------------------------------------------------------

Localidade Anexa

-Fontão

6270-071

****

Bairros

-Bairro da Vista Alegre - Fica na Estrada Nacional Nr. 231 no trajecto para Alvoco da Serra.
-Bairro das Penedas - Fica no termo da Rua dos Bombeiros Voluntários de Loriga, local conhecido por Penedas e junto à Ribeira das Naves ou "Courelas" como popularmente é mais conhecida.
-Bairro do Padre Lages - Fica na Estrada Nacional Nr.231 no trajecto para Valezim (lugar conhecido por Escorial)
Bairro do Património dos Pobres -Fica no lugar conhecido pelo mesmo nome.

****

Capelas

-Nossa Senhora da Auxiliadora - Fica na Rua da Redondinha
-Nossa Senhora da Guia - Fica no Recinto do Santuário da Nossa Senhora da Guia
-Nossa Senhora do Carmo - Fica no Bairrro de S.Ginês
-São Sebastião - Fica no princípio da Rua de São Sebastião

****

Fontes

Os Fontaneiros na Vila:

-Adro - Fica no Largos do Adro da Igreja
-Almas - Fica na Rua Sacadura Cabral no local conhecido por "Almas"
-Porto - Fica na Rua do Porto
-Vinhô - Fica no local conhecido por "Vinhô"

Outras Fontes:

-Amores - Fica na Estrada Nacional Nr.231, perto da ponte dos Leitões.
-Azeiteiros - Fica na Estrada Nacional Nr.231, no local conhecido pelo Penedo de Alvoco ou Casa do Guarda (a fonte com a melhor água que existe em Loriga).
-Do Mouro - Fica na Rua Fonte do Mouro e junto à Junta de Freguesia.
-Fogueteiro - Fica no Recinto da N.S. da Guia encostada à casa do Fogueteiro.
-Nossa Senhora da Guia - Fica no Recinto da N.S. da Guia, junto à Capela
-Senhora da Guia Nova - Fica na Estrada Nacional Nr. 231, no lugar conhecido pelo mesmo nome.
-Penedas - Fica na Urbanização do Bairro das Penedas.
-Reboleiro - Fica no Largo do Reboleiro.
-Santo António - Fica no Largo do Santo António.
-Vale - Fica na Rua da Fonte do Vale.

(Registado aqui - Ano de 1999)


Pontes

-Cortiçor - Fica na Estrada Nacional Nr.231, no lugar conhecido por "Cortiçor" e passa sobre o Ribeiro do Cortiçor afluente da Ribeira da Nave (passagem de trânsito e peões)
-Duas Ribeiras - Ficam no local conhecido por "Pisão do Barruel". São duas pontes, uma sobre a Ribeira da Nave e outra sobre a Ribeira de São Bento precisamente onde esta ribeira termina. (ambas destinadas a passagem de peões)
-Fabrica Nova - Fica junto à Firma "Moura Cabral" e passa sobre a Ribeira de São Bento (passagem de peões)
-Leitões - Fica na Estrada Nacional Nr. 231, no lugar conhecido pelos "Leitões" e passa sobre a Ribeira de São Bento (Passagem de trânsito e peões)
-Porto - Fica no começo da Rua do Porto e, passa sobre a Ribeira de São Bento (passagem de trânsito e peões)
-Regato - Fica no local conhecido por "Regato", é um pequeno viaduto sobre a Ribeira de São Bento, construído nos tempos recentes, (passagem de peões).
-Ribeiro da Ponte - Fica no caminho da Canada no local conhecido por "Ribeiro da Ponte", passa sobre a Ribeira da Nave (passagem de peões)
-Romana - Fica no local conhecido por "Moenda" e passa sobre a Ribeira da Nave. Esta ponte é mais antiga de Loriga por isso considerada património loriguense, (passagem de peões).
Nota:- Para os tempos futuros, existe já o pensamento do arranjo do caminho de acesso, no sentido da sua utilização para passagem de viaturas, no entanto, para esse efeito, será necessário efectuar um estudo aprofundado das condições deste património de Loriga.
-Tapadas - Fica no local conhecido pelas "Tapadas" e passa sobre o Ribeiro das Tapadas afluente da Ribeira de São Bento (passagem de trânsito * e peões)
-Zé Lages - Fica na Estrada Nacional Nr.231, no local mais conhecido por "Zé Lages" hoje mais conhecido por Praia Fluvial, passando sobre a Ribeira da Nave. (passagem de trânsito e peões).
* Passagem condicionada

(Registado aqui - Ano de 1999)


Distância apartir do Centro da Vila (Adro) para outros locais de Loriga

-Bairro Padre Lages-
-Caixão da Moura-
-Campo de Futebol (estrada)-
-Canada-
-Cemitério-
-Cortiçor-
-Fonte dos Azeiteiros-
-Malha Pão-
-Mirante-

1,1 Km.
3 Km.
2,5 Km.
900 met.
1,1 Km.
2 Km.
3,3 Km.
2,9 Km.
4 Km.

-Ponte Romana-
-Portela do Arão-
-Posto Médico-
-Praia Fluvial-
-Recinto N.S.da Guia-
-Redondinha-
-São Sebastião-
-Senhora da Guia Nova-

1,5 Km
4,1 Km.
350 met.
1,9 Km.
1,2 Km.
300 met.
800 met.
1,3 Km.

(Registado aqui - Ano de 1999)


Generalidades

-Bombeiros - Fica na Rua do Regato no local conhecido por "Volta"
-Cabines Telefónicas - Ficam no fim da Av. Augusto Luís Mendes "Carreira"
-Caixa Multibanco (Caixa de Crédito Agrícola) - Fica na Av. Augusto Luís Mendes
-Cemitério - Fica na Av. N.S. da Guia e no fim da Rua de São Sebastião
-Coorporativa Popular - Fica na Rua Dom Afonso Henriques
-Correios "Estação" - Fica na Rua Gago Coutinho
-EDP - Fica na Rua Fonte do Mouro
-Escola C+S - Fica na Av. Padre António Roque A. Prata
-Escola Primária - Fica na Rua Professor Egas Moniz
-Farmácia "Popular" - Fica na Rua Sacadura Cabral
-GNR - Fica no Bairro Engenheiro Saraiva e Sousa (Vista Alegre)
-Grupo Desportivo Loriguense - Fica na Rua Viriato
-Igreja Paroquial - Fica no Largo do Adro da Igreja
-Junta de Freguesia - Fica na Rua Fonte do Mouro
-Posto de Abastecimento de Combustível - Fica Na Estrada Nacional Nr.231 (Vista Alegre)
-Posto de Informação Turística - Fica na Rua Coronel Reis
-Posto Médico - Fica na Rua Professor Egas Moniz
-Rodoviária Nacional (Paragem) - Av. Augusto Luís Mendes "Carreira"
-Táxis (Paragem) - Fica na Av. Augusto Luís Mendes "Carreira"

(Registado aqui - Ano de 2001)


Atracções que o visitante não pode perder
-Loriga vista dos Mirantes, contemplando paisagens que não mais vai esquecer.
-Descobrir a montanha e percorrer os inúmeros caminhos que lhe proporcionarão a cada momento cenários únicos.
-Tocar ou mesmo mergulhar nas águas frescas e cristalinas da ribeira e que por todo o lado se fazem deslizar.
-Percorrer o caminho Romano, passeio a não perder, ver ainda o Caixão da Moura e também um mundo belo de socalcos construídos para a cultura do milho.
-Visitar Loriga nas Festas e acima de tudo viver as suas tradições.
-Contemplar no inverno esta bela localidade coberta de manto branco, bem como admirar a admirável Cascata das Lamas
-Descobrir a as ruas estreitas da Vila e ainda seus pátios e becos, onde os telhados das casas se parecem tocar.
-Visitas a não perder:-Igreja Matriz, Santuário da Nossa Senhora da Guia e Capelas de S.Sebastião e N.S.do Carmo.
-Viva a vida principalmente no Verão onde a claridade do dia entra pela noite fora.


Informação para o visitante
As infra-estruturas existentes em Loriga, satisfazem plenamente as exigências do visitante
que encontrará:
"Pensão, Restaurantes, Cafés, Supermercados, Talhos, Venda de fruta e legumes, Padarias, Táxis, Autocarros, Farmácia, Caixa Multibanco, Sapatarias, Cabeleireiras, Pronto a Vestir, Posto de abastecimento de combustível, Cabina de Telefone, Posto Telefónico Público, Venda de revistas e jornais, CTT, Venda de Artesanato, Oficina de automóveis, Venda de mobílias, Venda de electrodomésticos e Posto de Informação Turística"

(Registado aqui - Ano de 2001)


Grande parte da área circundante de Loriga está inserida como:
Parque Natural da Serra da Estrela


O meio habitar da Região
Toda esta região de Loriga e arredores é local repleto de espécies vegetal,
animal, onde ainda permanecem vestígios glaciares
A truta, a boga e o escalco, são espécies que se encontram nas ribeiras e rios, estando

a respectiva pesca sujeita a regulamentação anual decretada pelos serviços oficiais.
Estão sujeitas ao regime cinegético corrente, espécies como:
o coelho, a lebre, a perdiz, a codorniz, o pombo e a rola.
A caça ao javali e à raposa está sujeita ao regime cinegético especial.
Nas áreas de maior altitude a caça está interdita.


Sugestões para tempos livres
A região é verdadeiramente propicia para o desporto, tempos livres e de laser.

As barragens no alto da serra apresentam condições para a prática de desporto náuticos, não sendo permitido no entanto, desportos motorizados.
Os inúmeros caminhos florestais são apropriados a passeios e a provas organizadas de veículos todo-terreno que estão sujeitos a autorização prévia do PNSE (Parque Nacional da Serra da Estrela).
Nas zonas elevadas da montanha as provas são interditas e os passeios apenas são permitidos nas estradas alcatroadas

Existe uma estância de Sky situada nos Covões de Loriga na Torre, entre os 1890 metros e os 1990 metros, com 4 pistas das quais a maior tem 800 metros, num desnível de 100 metros e a menor, de escola, tem um comprimento de 150 metros num desnível de 200 metros. A capacidade estimada é de 500 utilizadores/hora, havendo aluguer de material.

1- Do alto da Torre até à Vide, está sinalizado um troço dos percursos pedestres de Grande
Rota Serra da Estrela - T1.
Para os que gostam de vencer as dificuldades, do contacto com o mundo natural, da grandiosidade das paisagens, de solidão e do silêncio da alta montanha, subir a Garganta de Loriga é um desafio. São 8 horas ida e volta com um desnível de 1223 metros.
2- Percorrer o fundo do vale, junto à ribeira de Loriga até ao Casal do Rei é conhecer de perto todo o engenho desta gente na transformação das encostas. São 6 horas ida e volta. É difícil.
3- Passeio pelo vale da Ribeira de São Bento. Formas tradicionais de vida, visíveis nos caminhos em calçada, na disposição dos terrenos em socalcos, no sistema de rega, nas culturas, na vegetação e nos velhos edifícios de granito dispersos pelo vale. Um traçado fácil, que percorre o vale e sobe até meia encosta, ao longo das duas margens da ribeira, Circuito de duas horas.
4- Passeio panorâmico sobre Loriga. O casario, os socalcos, a alta montanha, um cenário sempre imponente que este trilho proporciona ao longo do seu traçado. Percurso fácil com uma duração de duas horas.
5- Na rota do T2 - Percursos Pedestres de Grande Rota, Serra da Estrela - Sobe até ao alto da Portela do Arão observando as curiosidades duma zona de contacto entre as rochas de granito e xisto, o que resta duma calçada romana e ainda o aproveitamento agrícola do vale. Percurso fácil com uma duração de duas horas.

(Registado aqui - Ano de 2003)


Descrição de Itinerários para passeios pedestais que poderá efectuar em Loriga

Itinerário I - Passeio de Laser e espirito de devoção
Vila - Recinto da Nossa Senhora da Guia.
Percurso por estrada - sem grau de dificuldade
Total do percurso (Inicio e chegada à Vila) - cerca de 4.000 Km.

Seguir na direcção da ponte do Porto, subir depois a rua do pitoresco bairro assim chamado por "Porto.
Depois da subida da rua, pouco depois chega à Capela de São Sebastião, que continuando a estrada e depois de passar a "Casa do velhos" chega ao Cemitério, que estando aberto poderá visitar os ente queridos e amigos ali sepultados.
Descendo a catraia chega ao Recinto da Nossa Senhora da Guia, onde poderá passar algum tempo de laser e descanso, bem como, uns momentos espirituais e de devoção à Virgem.
O regresso poderá optar pelo mesmo itinerário, ou então no cemitério seguir para a esquerda pela estrada na direcção da Senhora da Guia Nova, onde tomará a estrada nacional, na direcção da vila. (Neste caso irá percorrer cerca 4.500 Km.)

Itinerário II - Passeio de Laser
Vila - Mirante ou Emissor TV(Mestre brava)
Percurso pela estrada nacional 317- sem grau de dificuldade
Total do percurso (inicio e chegada à Vila) - cerca de 16,800 Km

Seguir até aos Leitões e depois a estrada nacional em direcção a Alvoco da Serra, passando pela Praia Fluvial, Campo do Futebol, fonte dos "Azeiteiros" junto à casa do Guarda, onde poderá saborear uma das melhores águas que já mais tenha bebido. Continuando pouco depois está no Mirante, então sim poderá desfrutar de uma das mais bela paisagens da vila de Loriga.
Poucos metros à frente siga a estrada do Fontão, hoje com novo piso, podendo sempre admirar um panorama que decerto não mais vai esquecer. Esta estrada o levará até ao local chamado Mestre Brava, onde está instalado o Emissor TV. Aqui poderá contemplar um cenário de verdadeiro encanto, tanto olhando para Loriga ou então para o panorama que se estende para o lado sul. O itinerário de regresso pode ser o mesmo, ou optando pelo outro lado da montanha (estrada velha do Fontão) até à estrada nacional. (Neste caso irá percorrer cerca de 17,500 Km.)

Itinerário III - Passeio de Laser
Vila - Portela do Arão ou até ao "Viveiro"
Percurso pela estrada nacional 317 - sem grau de dificuldade
Total do percurso (inicio e chegada à Vila) - cerca 10.600 Km.

Subir o Outeiro até aos Leitões e depois a estrada nacional em direcção a Valezim, chegando à Senhora da Guia Nova. A partir daqui pode ir admirando a paisagem encantadora que se estende até à Vide, passa pelo lugar conhecido por Malha Pão e cerca de duas centenas metros mais chega à Portela do Arão. Uns metros mais à frente e já depois da "Fronteira" como popularmente as pessoas chamam, pode olhar o deslumbrante vale que se estende para o norte.
Se estiver interessado pode seguir a programada estrada para a Torre, e uma centena de metros vira à esquerda chegando ao "Viveiro" onde aqui também poderá contemplar o mesmo vale de perder a vista. O itinerário de regresso é o mesmo.

Itinerário IV - Passeio de Historia
Vila - Campa - Calçada Romana - Malha Pão.
Percurso por estrada e trilhos - com algum grau de dificuldade
Total do percurso (inicio e chegada à Vila) - cerca de 11,500 Km.

Inicio com destino à ponte do Porto, subindo a rua deste pitoresco bairro, pouco depois está na Capela de São Sebastião, um pouco mais e após a subida da estrada chega ao Cemitério.
No caso de estar aberto pode aproveitar a visitar os ente queridos e amigos ali sepultados. Continuando o passeio, sobe a estrada um pouco mais e chega ao local chamado Chão do Soito.
Aqui toma o trilho da Calçada Romana, seguindo com destino ao local conhecido pela Campa. Desvia-se do caminho e poderá admirar uma Sepultura antropomórfica, conhecida pelo Caixão da Moura. Voltando ao trilho da Calçada Romana vai sempre subindo até à estrada Nacional chegando ao local mais conhecido pelo Malha Pão.
Aqui tomará a direcção à vila e pouco depois encontra-se na Senhora da Guia Nova, onde poderá descansar e admirar o imponente vale que se estende até à Vide. Continuando o seu caminho pela estrada chega aos Leitões e descendo o "Outeiro" chega à "Carreira".

Itinerário V - Passeio de Historia (Ponte e Caminho Romano)
Vila - Ponte Romana - Caminho Romano - Casa do Guarda.
Percurso por caminho e trilho romano - com algum grau de dificuldade
Total do percurso (inicio e chegada à Vila) -cerca 8,400 Km.

Inicio com destino ao Teixeiro, aproveitando para visitar o único Moinho movido a água ainda em laboração. Pouco depois chegará à ponte Romana e sempre no trilho da Calçada Romana passa pelas Resteves e chegará à Casa do Guarda e de seguida está na Fonte dos Azeiteiros.
Aqui aproveite a saborear a água da Fonte e descansar um pouco, pois a subida até ali foi um pouco puxada. Siga pela estrada na direcção à vila passando pelo campo de futebol, ponte do Cortiçor e uns metros mais está na Praia Fluvial, onde poderá tomar banho nas águas mais límpidas que já mais tenha conhecido. Admire ainda a ponte do Zé Lages, uma obra arquitectónica.
Siga sempre pela estrada até aos Leitões e depois a direcção ao Centro da vila, que o levará à "Carreira".

Itinerário VI - Passeio Paisagístico; Aventura; Natureza e História
Vila - Mirante - Casa do Guarda - Calçada Romana
Percurso por trilhos e estrada - com algum grau de dificuldade
Total do percurso (inicio e chegada à Vila) - cerca de 13,400 Km.

Inicia o passeio com destino à Fonte do Vale, seguindo depois o caminho que vai dar até à Etar. Continuando siga a direcção até às Duas Pontes onde se junta as duas ribeiras.
De seguida toma a trajecto da encosta da Tresposta onde começa a subir a ingreme subida percurso por trilho ou mesmo estrada florestal, na direcção ao sul, que vai ter à estrada do Fontão e um pouco mais de uma centena de metros está no local chamado Mestre Brava onde se situa o Emissor TV. Aqui pode descansar um pouco aproveitando para desfrutar de uma das mais belas paisagens que a retina dos seus olhos poderá contemplar.
Tendo como cenário a vila que poderá admirar a cada passo que dá, segue pela estrada do Fontão na direcção do local conhecido por "Selada" onde encontrará a estrada nacional chegando logo em seguida ao Mirante. Aqui poderá admirar mais uma vez uma das mais linda paisagens que já mais alguma vez viu.
Siga a estrada na direcção da vila, passando pela Fonte dos Azeiteiros, perto da casa do Guarda aproveite a saborear uma das mais puras águas que já mais tenha ingerido.
Após descansar mais um pouco, desce pelo caminho Romano, passa pelas Resteves e chega até à Ponte Romana sempre seguindo chegará ao Teixeiro e pouco depois chega à "Carreira".

Itinerário VII - Passeio de Aventura e Natureza
Vila - Serapitel - Campa
Percurso por estradas e trilhos - com algum grau de dificuldade
Total do percurso (inicio e chegada à Vila) - cerca de 12.200 Km.

Seguir até à Fonte do Vale e aqui tomar a direcção da ETAR, depois passando nos Pilhós chega ao local onde se junta as duas ribeiras. Procure os trilhos existentes na margem esquerda da ribeira que o seu curso leva direcção ao Alva. Nestes trilhos vive com a natureza onde poderá descobrir plantas que desconhecia que pudessem existir ali.
Sempre na margem esquerda da ribeira poderá contemplar as águas límpidas que seguem no curso da ribeira bordejando a orla do monte que leva a água para os regadio. Para trás vai ficando o poço "João freire" e depois de passar pelos locais conhecidos por Ribeiro do Rochinol, Alfreixeiro e Outeiro do Mingudiz, passa para a margem direita e pouco depois está no Serapitel.
Iniciando a íngreme subida Segue pelo Fundo do Torno até às Costeiras que o levará à Campa, onde ali poderá admirar o Caixão da Moura (Sepultura antropomórfica). Depois de descansar um pouco tome o caminho da Calçada Romana, chegando ao Chão do Soito, tome a estrada que segue na direcção do Bairro do Porto, passando pelo cemitério, São Sebastião, Rua do Porto e chegada à Vila.

Itinerário VIII - Passeio Paisagístico, Aventura e Natureza
Vila - Canada, Casa do Guarda, Campo, Ponte Romana
Percurso por caminhos, estrada e trilhos - Com algum grau de dificuldade
Total do percurso (inicio e chegada à Vila) - cerca de 9,200 Km.

Descer a "Quelha da Barroca" passando pela Presa e pouco depois está na ponte que passa sobre a ribeira no local conhecido por Ribeiro da Ponte. Aqui seguir o caminho que o levará ao local chamado "Canada".
Prepare-se para subir o trilho que pode ser a estrada florestal, numa íngreme subida, que o levará à estrada nacional muito perto da Casa do Guarda. Neste trajecto poderá ao mesmo tempo admirar um cenário verdadeiramente paisagístico e encantador, inspirado em aventura e natureza.
Pare um pouco na fonte e saboreie a sua água, siga depois na direcção da vila pela estrada nacional até ao Campo de futebol. Aqui desça a rampa que o leva ao campo onde tomará o trilho no pinhal das "Casinhas" até ao Caminho Romano muito perto da Ponte. Aqui seguir pelo Teixeiro com destino à vila, chegando à "Carreira"
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(Registado aqui - Ano de 2004)


Rotas de Percursos Pedestais

Descrição de Itinerários para passeios pedestais que poderá efectuar em Loriga e que são relacionados à Broa de Loriga que é um pão de milho com largas tradições, muito apreciado e consumido. A Rota da Broa de Loriga pretende desvendar um universo rico de experiências e tradições associadas a este alimento, num contexto de vastos horizontes de enorme beleza. Sugere-se ao turista que nos visita um conjunto de percursos pedestres, para, num especial contacto com a natureza, melhor conhecer a sua história e dinâmicas, desde o cultivo do milho - seu principal ingrediente, à confecção.

I - "Rota da Eira"

Comece na Avenida Augusto Luís Mendes, junto à Caixa de Crédito Agrícola. Vire à direita e entre na Rua do Teixeiro. Esta rua coincide em parte com a antiga Calçada Romana e é ladeada pela Levada da Vila, autêntico canal de Rega que leva a preciosa água da Ribeira até ao mais recôndito pedaço de terra onde a gravidade o permite.
Logo a 200 metros do início encontrará o Moinho do Teixeiro, o único moinho tradicional a funcionar em Loriga. Dê uma espreitadela, veja e sinta o cheiro da farinha acabada de moer. Com alguma sorte poderá ter acesso a uma explicação do funcionamento dada pelos proprietários.

Siga até à Moenda, antiga fábrica de massas que tinha duas mós. Nesta moagem era utilizada uma azenha para aproveitar a energia da água e fazer funcionar as mós.
Desça um pouco e pare em cima da Ponte Nova. Esta ponte foi construída no Sec. XIX, no mesmo local onde antes existia uma ponte romana que terá desabado com uma cheia. Na construção foi utilizada a pedra da anterior ponte.
Aprecie o correr da água e a frescura do local, com os socalcos ainda bem conservados e aqui e ali uma ou outra rocha arredondada que ali ficou há 12.000 anos, na fase final da última glaciação.
Vire à direita onde se inicia uma subida até ao cabeço das Resteves. Olhe para a montanha e repare nos dois monumentos que ladeiam a Garganta de Loriga, a Penha do Gato e a Penha dos Abutres.
Siga em frente por entre matos e florestas e o horizonte abre para uma nova paisagem, daqui verá a Eira do Mendes, o Penedo de Alvoco e a jusante, uma perspectiva diferente da Vila de Loriga
.

Inicie a descida até à Eira do Mendes, observe com atenção a eira onde milho e centeio foram durante muito tempo malhados e estendidos ao sol. Repouse um pouco.
Continue a caminhada por entre pinhais. Chegado ao Cabeço Ratinho observe com atenção mais um monumento geológico, um Caos de Blocos ou Tor.
Prossiga descendo por entre pinhais, limpos de caruma para o assentar do milho e siga até à Canada, antigo aglomerado constituído por vários edifícios que eram utilizados no apoio à agricultura e como residência permanente.
A Canada dispunha dos terrenos agrícolas de maior dimensão existentes em Loriga, as Malhadas da Canada, destinados ao cultivo exclusivo do milho.
Continue à direita em direcção ao Ribeiro da Ponte. Deleite-se com a paisagem que os seus olhos alcançam…Olhe as serranias e…tenha a perspectiva da altitude. Os socalcos… a ribeira… e ali do outro lado da ribeira aprecie o Lameiro Redondo e a Cabrósia.
Chega ao Ribeiro da Ponte, desça até à ribeira, conheça o Poço das Meninas, onde muita gente aprendeu a nadar e onde muita roupa se lavou. Aproveite para se refrescar nas águas límpidas da Ribeira da Nave.

Atravesse a Ponte e inicie subida até à Presa e observe agora de longe os sítios onde já passou.
Prossiga em direcção ao centro de Loriga. Entre na Rua da Oliveira, suba até ao Terreiro do Fundo e vire à direita pela Rua Viriato.
Passa junto a um antigo forno comunitário e chega ao Adro da Igreja.
Beba um pouco de água num dos Fontanários construídos com receitas dos emigrantes do Brasil, no início do Sec XX.
Pode, querendo, entrar na Igreja Matriz, dedicada a Santa Maria Maior.
Regresse ao sítio de partida na Avenida Augusto Luís Mendes, onde poderá provar a Broa e o Bolo Negro de Loriga.

Classificação de dificuldade do trilho: Fácil.
Tempo médio estimado: 2 horas e 30 minutos.


II - Rota "Entre Socalcos e Moinhos"

Comece na Avenida Augusto Luís Mendes, desça as ruas da vila até ao Adro e à esquerda entre na Rua da Barroca, prosseguindo até próximo da ETAR de Loriga.
Admire a paisagem de socalcos, autênticas obras de arte hoje impossíveis de construir. Na sua génese esteve o cultivo do Milho, que permitiu um desenvolvimento nunca antes visto por estas paragens, marcou profundamente a região, satisfez necessidades básicas e promoveu a melhoria das condições de vida.
Aprecie o engenho das construções do Avenal e a sabedoria dos nossos antepassados para que a cada malhada ou courela chegasse o precioso dom da rega. Entre levadas, tornadouros, barbacãs ou talhadeiros nunca morreu um pé de milho de sede.

No horizonte aviste o santuário da Senhora da Guia, Padroeira dos Emigrantes e dos Navegantes, que outrora trouxeram a rica semente de grão de milho até estas paragens.
Prossiga até à Fonte do Vale e aproveite para se refrescar e saciar a sede.
Chegue ao Tapado e contemple o património construído, associado a um passado de referência de Loriga, a indústria de têxteis e lanifícios. Observe as antigas râmbolas, onde de modo natural e apenas com o calor do sol os cortes de tecido eram secos, após a sua passagem pelos pisões. Veja os antigos edifícios fabris da Fândega, encostadinhos à ribeira, cuja água punha a rodar as enormes rodas hidráulicas fazendo funcionar toda a maquinaria industrial.
Entre no túnel da fábrica do Moura Cabral, passagem pública que acompanha a levada até à Ponte da Fábrica Nova. É um autêntico túnel do tempo, que trás à memória todos aqueles que ali deram o seu suor, o seu trabalho e a sua dedicação e ali ganharam o pão, contribuindo para o desenvolvimento de Loriga e do país.
Passe a Ponte e suba um pouco até a Levada das Montesinhas, outro canal de água de grande importância.

Vire à direita para as Lajes e … contemple velhos Moinhos de Água, outrora autênticos engenhos produtivos, que transformavam o nobre grão em farinha à força somente da mó alavancada pela água das ribeiras.
Observe também a grande Râmbola das Lajes, autêntico baluarte de Loriga, com valor para ser constituído Património Municipal. Muitos quilómetros de pano ali secaram usando a energia mais limpa que existe, muitos ombros sofridos carregaram os pesados cortes encharcados desde o pisão até à râmbola, muitas correrias para contornar trovoadas e chuvas repentinas, salvaguardando os tecidos.
Continue até à Ponte do Porto e siga à direita pela Rua do Vinhô, em direcção à Rua das Flores, Rua Sacadura Cabral, até ao ponto inicial

Classificação de dificuldade do trilho: Fácil.
Tempo médio estimado: 1 horas e 30 minutos.


III - Rota "Milho em Terras de Xisto"

Inicie no Adro da Igreja Matriz de Santa Maria Maior, siga pela Rua Viriato e desça até à Fonte do Vale. Aproveite e refresque-se.
Siga à direita pela estrada que vai até à ETAR de Loriga. Aprecie à sua direita o Vale da Ribeira de São Bento, imagine o esforço colossal investido no passado para transformar aquela paisagem outrora autênticas ladeiras com grande declive, que a necessidade e o saber do Homem de Loriga transformou em campos agrícolas sem que grande mestre ou arquitecto tivesse ditado as regras. Autêntico património da humanidade a exigir e merecer no presente um acrescido esforço e investimento na sua preservação.
Continue o trilho passando pelo Carreiro do Álvaro, até à Ponte do Pisão do Barruel, onde as Ribeiras da Nave e de São Bento se unem começando aqui a Ribeira de Loriga. Olhe para trás e repare na imensa escadaria formada pelos socalcos.

Na Ponte e para jusante siga pelo carreiro à esquerda e suba um pouco, começando a ter à sua frente os pelinteiros. Esta zona é em termos florestais muito interessante, aqui poderá ainda desfrutar de uma floresta com varias espécies onde predomina o castanheiro "castanea sativa", o pinheiro bravo "pinus pinaster", Carvalho "Quercus robur", desponta também a Azinheira "Quercus ratundifolia" e uma enorme quantidade de arbustos dos quais o mais interessante é o pirliteiro "crataegus monogyna" e o medronheiro "Arbutus unedo".
Se aprecia geologia está no palco certo. Começa a atravessar uma zona de contacto xisto/granito, ladeando a ribeira, de um lado zona de xisto, do outro, lado direito, zona granítica.
Observe o Vale e acompanhe o leito da Ribeira, a forma como ela contorna e se encaixa por entre os montes. Aqui o efeito erosivo da água é mais intenso aproveitando o local exacto e fragilizado do contacto das duas rochas, uma sedimentar e outra magmática. Mais à frente observe a meandrização do Vale onde a ribeira descobrindo as fragilidades originadas por falhas tectónicas serpenteia o Vale.

Esses meandros foram em tempos aproveitados para desviar as ribeiras e possibilitar a conquista de mais terrenos agrícolas, sendo que o desvio da ribeira, dado o desnível no corte, formou uma cascata e um novo poço a que se chamou Poço da Broca. São 5 meandros em que se alterou o curso das ribeiras, Loriga e Muro no vale de Loriga, Aguincho, Fradigas e Barriosa na Ribeira de Alvoco, ali denominadas obras do Caratão.
Continue por denso povoamento de Pinheiro Bravo, já nascido depois do grande incêndio de 1990, desça pela cumeada até à Ribeira, atravesse no pontão existente, antes da ponte. Na levada à direita encontrará uma nascente de água. Aproveite para reabastecer.
Dê uma espreitadela ao Poço da Broca, refresque-se nas águas da ribeira e suba até ao Sarapitel, antigo aglomerado urbano outrora habitado de forma permanente.
Um pouco mais acima apanhe a Levada da Cabeça, magnífica construção com cerca de 7 quilómetros, que leva a água para rega a toda a freguesia da Cabeça, servindo também como via pedonal para os terrenos agrícolas. A partir deste ponto não tem nada que enganar, é sempre à beirinha da Levada. Recomenda-se algum cuidado e muita atenção, principalmente a quem tem vertigens, pois em determinados pontos há autênticos precipícios e há que evitar acidentes.

Ao passear na Levada, se olhar à esquerda terá uma vista sobre uma outra, a Maestra a Brava. No Cabeço da Mestra Brava, onde está instalada a antena retransmissora de TV, poderá encontrar o Azereiro, " Prunos Lusitanica". É considerado uma relíquia das florestas lauráceas que dominavam a área da bacia do Mediterrâneo no Terciário. Autêntico resistente, permanece nestas paragens desde que havia por cá, imaginem, clima tropical. É fantástico.
Siga sempre pela levada, canal de rega único, onde além dos terrenos em socalcos poderá ainda reparar nos edifícios de apoio à agricultura e moinhos!
Por fim chega à Aldeia da Cabeça, pare junto à Senhora da Nazaré, refresque o corpo e o espírito. Vá à descoberta desta lindíssima aldeia, aprecie os encantos do povoado e dos caminhos por entre socalcos, vá ao Poço da Ponte e desfrute da água da serra, do clima e vegetação mediterrânicos. Vai ver que vale a pena.

Classificação de dificuldade do trilho: Médio (especial atenção em certos troços da Levada)
Tempo médio estimado: 3 horas .


IV - Rota "Panoramica do Vale de Loriga"

Inicie o percurso na Avenida Augusto Luís Mendes, junto à Caixa de Crédito Agrícola. Vire à direita e entre na Rua do Teixeiro. Esta rua coincide em parte com a antiga Calçada Romana e é ladeada pela Levada da Vila, autêntico canal de Rega que leva a preciosa água da Ribeira até ao mais recôndito pedaço de terra onde a gravidade o permite.
Logo a 200 metros do início encontrará o Moinho do Teixeiro, o único moinho tradicional a funcionar em Loriga. Dê uma espreitadela, veja e sinta o cheiro da farinha acabada de moer. Com alguma sorte poderá ter acesso a uma explicação do funcionamento dada pelos proprietários.
Siga até à Moenda, antiga fábrica de massas que tinha duas mós. Nesta moagem era utilizada uma azenha para aproveitar a energia da água e fazer funcionar as mós.
Desça um pouco e pare em cima da Ponte Nova. Esta ponte foi construída no Sec. XIX, no mesmo local onde antes existia uma ponte romana que terá desabado com uma cheia. Na construção foi utilizada a pedra da anterior ponte.

Aprecie o correr da água e a frescura do local, com os socalcos ainda bem conservados e aqui e ali uma ou outra rocha arredondada que ali ficou há 12.000 anos, na fase final da última glaciação.
Vire à direita onde se inicia uma subida até ao cabeço das Resteves. Olhe para a montanha e repare nos dois monumentos que ladeiam a Garganta de Loriga, a Penha do Gato e a Penha dos Abutres.
Prossiga no caminho à esquerda, continue a subida passando por partes do trilho ainda com Calçada Romana bem preservada. Veja Loriga numa outra perspectiva, observe o Penedo de Alvoco e continue até à Casa do Guarda.
Pare, encha o peito de ar, beba, beba a água mais gostosa de Loriga, a da Fonte dos Azeiteiros, água maravilhosa e de grandes tradições, nascida no Cabrum.
Continue pela Estrada Nacional, respire o ar puro a cerca de 1000 metros de altitude e em pouco tempo chegará ao Mirante. Observe Loriga e continue um pouco mais de 100 metros. Vire à direita para a Estrada do Fontão, siga até ao Leitor de Paisagem.

Aí tem o Vale de Loriga em todo o seu esplendor: a Serra Granítica moldada pelos glaciares há mais de 12000 anos, as Ribeiras de S. Bento e da Nave, a humanização da paisagem com os infindáveis socalcos que contornam todo o vale de Loriga, hino ao esforço e dedicação dos nossos antepassados que desbravaram e moldaram o rude relevo, disciplinaram as águas e conquistaram campos agrícolas para a cultura dominante do Milho, esse nobre invasor vindo das Américas.
Aprecie ainda a zona de contacto do granito com o xisto e toda a flora do vale.
Regresse calmamente pela Estrada Nacional 231. Passe junto ao Campo de Futebol das Casinhas, à Ribeira do Cortiçor, ao Chão da Ribeira e dirija-se até à Ponte do Zé Lages, e aprecie a bela paisagem circundante. Refresque-se na Praia Fluvial.
Prossiga pela estrada, detenha-se na Vista Alegre e aproveite para petiscar saborosos produtos de Loriga.
Regresse ao ponto de partida na Avenida Augusto Luís Mendes.

Classificação de dificuldade do trilho: Fácil.
Tempo médio estimado: 2 horas.

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Estas Rotas aqui documentadas (I - II - III - IV) Foi um trabalho elaborado no ano de 2010 a nível da Confraria da Broa e Bolo Negro de Loriga, no enquadramento da Rota da Broa de Loriga com objectivo de dinamizar um processo de recolha de informações desde o cultivo do milho à confecção e no contexto da Natureza. (Registado aqui - Ano de 2010).


Parapente desporto de Laser

Pelas características do relevo e do clima, a região da Serra da Estrela reúne condições para a prática de desporto radical de montanha em geral e do Parapente em particular.
O Parapente é um desporto, que se encontra em verdadeira expansão em Portugal, existindo vários locais com condições ideais para a prática e competição desta modalidade.
Segundo alguns entendidos na matéria, no Vale de Loriga pode também praticar-se o Parapente, se bem que, as condições são caracterizadas como especiais em relação às que se verificam em outros locais, onde este desporto é muito mais praticado.
Alguns amantes desta modalidade têm procurado Loriga para voos de Parapente. Por isso, e principalmente no verão, são frequentes as vezes que deparamos com as "asas" multicolores voando sobre todo o Vale de Loriga ou mesmo sobre a Vila, num espectáculo digno de admirar.
Embora considerado por alguns como um desporto radical, para outros é, sobretudo, um desporto de grande calma e contemplação, proporcionando horas de descontracção e permitindo desfrutar de paisagens paradisíacas e fazendo esquecer todo o stress quotidiano. De acordo com alguns relatos, todo aquele que procure o Vale de Loriga para efectuar o seu voo em parapente, deparará com um panorama espectacular, conhecerá sensações novas e, sobretudo, um desafio diferente.

Algumas informações importantes para os amantes do desporto do Parapente, que queiram voar no Vale de Loriga:

A pista de lançamento é na Penha do Gato a pouca distância da Torre (Serra da Estrela).
Altitude é de cerca de 1.800 metros.
O Vale é apertado e no verão é muito térmico.
A direcção do vento é de SW (sudoeste).
Ideal para voar de manhã antes do meio-dia ou ao fim da tarde.
A pista de aterragem é no lugar chamado "Canada", cerca de 1 Km. do centro da Vila.

Voo dum praticante do Parapente (Jorge Mourita 2002)

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Loriga vista do ar

(Registado aqui - Ano de 2006)


Visitantes de Inverno na Serra da Estrela

Algumas sugestões e cuidados a ter numa condução melhor para a sua segurança e dos outros, principalmente quando a estradas ficam cobertas de neve, todos os cuidados são poucos, assim como o estado e equipamento da viatura.

1. - Conduza sempre de velocidade reduzida com o maior cuidado e sem movimentos bruscos, evite travagens violentas e bruscas.
2. - Deitar líquido anti-congelante no radiador e nos outros depósitos de água como o que abastece o limpa-vidros.
3. - Controlar cuidadosamente a pressão dos pneus. Com a neve e gelo a cobrir o piso esses cuidados são importantes.
4. - Se as condições da estrada o justificar (muita neve e muito gelo) aplique correntes nas rodas da viatura.
5. - Com a neve e nevoeiro circule com os médios ligados, em caso de a viatura possuir utilize ainda os faróis de nevoeiro e verifique se todas as luzes do carro estão em condições de funcionamento.
6.- Utilize os sistemas internos de ventilação e de desembaciamento.
7. - Verifique o estado da bateria, o nível da água destilada, o nível de óleo e o estado da correia da ventoinha.
8. - Não esqueça de levar na bagagem, luvas e botas impermeáveis, que poderão ser importantes no meio da neve o frio.

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Proibição de Queimadas

Para preservação do Ambiente, para Protecção da Floresta e na Segurança da sua própria Vida, é expressamente proibido efectuar queimadas ou qualquer outro tipo de fogueiras, sem serem previamente autorizadas e vigiadas pelos Bombeiros Voluntários da região.

(Registado aqui - Ano de 2000)


Fontão
- Uma localidade anexa de Loriga -

Como que escondida no meio das serras, a cerca de 8 Km. de Loriga fica situada a pitoresca localidade do Fontão. Desde sempre foi um anexo da Vila de Loriga, nas memórias desta localidade escritas em 1755, pelo Vigário João Roiz Ribeiro, em que já era feita referência ao casal do Fontão.
O visitante chegando a esta pequena terra, onde as casas construídas de xisto dão um panorama diferente, pensa ter chegado a um mundo onde a natureza é a rainha e onde o silêncio apenas parece ser interrompido pelas águas cristalinas que deslizam pelos campos e riachos, nos fazendo sentir uma certa paz de espirito. Tal cenário faz-nos esquecer o progresso e que, para lá dos montes altos, existe outro mundo, outra vida.
A sua população, vivendo essencialmente da agricultura, tem ainda na comercialização da resina e Apicultura um meio de actividade e subsistência. Através dos tempos, no entanto, tem sido esquecida e abandonada pelos poderes autárquicos e, a prova mais visível desse facto, é a continuada falta de dignos acessos. Este é um direito que os seus habitantes têm sempre reclamado, sendo até, muitas das vezes os próprios a construir os existentes, bem como, a respectiva conservação.
No tempos actuais, o Fontão de Loriga, é bem o exemplo da desertificação com a qual se vai debatendo o interior do país, com a saída da sua população para outras localidades. O movimento demográfico e bem sentido na sistemática diminuição da sua população que, comparativamente com as décadas de 40 e 50, em que havia mais de quatro dezenas de crianças na escola local, hoje não existe uma única estando por esse motivo a escola fechada. Em 1999, a população residente no Fontão, era apenas em 11 pessoas.
Anualmente é realizada a Festa em Honra de N. S. da Ajuda, uma festa com tradição, presentemente levada a efeito em Agosto, sendo então muitos os ausentes a visitar a sua terra.
O local conhecido pelo "Bardo dos Lobos" muito perto da Malhada é, sem dúvida, um dos lugares mais panorâmicos, onde se pode vislumbrar não só o Fontão de Loriga como outras paisagens serranas.
Como se disse, a grande prioridade e anseio dos habitantes desta localidade é, sem dúvida, a melhoria dos acessos, ou seja, deixarem de ter as estradas primitivas de terra batida, para poderem ter estradas dignas dos tempos em que actualmente vivemos.

Fotos do Fontão

Fontao

Vídeo

= Loriga - Fontao =

(Registado aqui - Ano de 2003)


As localidades vizinhas de Loriga
Aqui se documenta num síntese as freguesias vizinhas e que mais perto estão de Loriga

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Freguesia da Cabeça
- Dista de Loriga 7 Km. (estrada) -

A Cabeça, terra lendária dos cavaleiros das Esporas de Ouro, é freguesia desde 13 de Janeiro de 1800. É uma pequena povoação situada num morro, sobranceira à ribeira de Loriga. Caracteriza-se pelos seus socalcos utilizam-se ainda instrumentos agrícolas muito primários.
Possui duas igrejas (São Romão e Paroquial) e duas capelas (Santo António e Nossa Senhora da Nazaré). Devido ao crescimento da população a antiga igreja paroquial, cujo o seu orago é São Romão, deixou de servir construindo-se então a actual Igreja Paroquial. A capela da N.S.ª da Nazaré data de 1900 e fica aproximadamente a 500m da povoação.
O seu topónimo deriva, provavelmente, do monte onde assenta o povoado ser arredondado dando a ideia de uma cabeça. No período das reformas liberais foi um lugar de refúgio de libérias e miguelistas. Cabeça pertenceu ao concelho de Loriga até 1855, data em que foi extinto.
A pequena aldeia encontra-se assente num cabeço granítico situado sobre a ribeira de Loriga. De casario típico em xisto, está rodeada por um conjunto de socalcos irrigados por uma complexa rede de levadas, alimentadas pelas águas da ribeira. No vale de encostas íngremes e profundas existe uma das mais extensas manchas de pinhal do concelho.
Entre a monotonia dos pinhais, pequenos bosques de castanheiros e azinheiras exibem uma elevada diversidade florística, rica em cores e texturas, onde o chilreio dos pássaros é uma presença constante. No lugar do Outeiro da Ponte, um sobreiro centenário, sobranceiro à ribeira, impõe-se pela sua monumentalidade.

Festas e Romarias
Divina Pastora - 15 dias após o Domingo de Páscoa
Senhora da Nazaré - 15 de Agosto

Saber mais da história da Freguesia da Cabeça
http://cabeca.no.sapo.pt/historia.htm
http://www.jf-cabeca.pt/

(Registado aqui - Ano de 2005)


Freguesia de Alvoco da Serra
- Dista de Loriga 8 Km. (estrada) -

Presume-se que esta povoação seja anterior à época dos romanos, visto possuir em bom estado uma calçada romana onde foram encontradas moedas da mesma época. Alvoco da Serra, situada a uma altitude de 680 metros, é a sede da freguesia que integra mais quatro aldeias, Aguincho, Outeiro da Vinha, Vasco Esteves de Baixo e Vasco Esteves de Cima.
foral de D. Manuel I a 17 de Fevereiro de 1514. Em 1828 passou a pertencer a Loriga até à data de extinção deste.
Possui um património artístico considerável, nomeadamente em Arte Sacra. Esta pode ser visitada na capela de S. Pedro, sendo expressão da religiosidade do povo e uma referência cultural no concelho.
Alvoco da Serra situa-se entre Loriga e Unhais da Serra, nas margens da ribeira de Alvoco. Este curso de água nasce numa depressão de origem glaciária, a uma altitude superior a 1800 metros, e atravessa uma extensão de poucos quilómetros numa ampla diversidade de paisagens e ambientes naturais.
Em poucos locais da Estrela é tão evidente o contraste entre a imponência agreste dos cumes rochosos da montanha e a harmonia do casario com o verde dos campos agrícolas. Descubra, ainda, numerosos exemplos de arquitectura popular, nomeadamente o forno comunitário de Outeiro da Vinha.

Festas e Romarias

Alvoco da Serra:
Sagrado Coração de Jesus - segundo Domingo de Agosto
Sociedade Recreativa - 15 de Agosto
Santíssimo Sacramento - Terceiro Domingo de Agosto

Vasco Esteves de Baixo:
Nossa Senhora das Preces - Sábado de Carnaval
São José - último Domingo de Maio
Festa Civil da Sociedade - Segundo Domingo de Agosto

Outeiro da Vinha:
Nossa Senhora de Fátima - 15 de Agosto


Vasco Esteves de Cima:
Nossa Senhora do Bom Parto - segundo Domingo de Julho
Nossa Senhora da Conceição - 8 de Dezembro

Aguincho:
Festa das Chouriças - 2ª-feira de Carnaval
Nossa Senhora de Agonia - Primeiro Domingo de Agonia

Saber mais da história de Alvoco da Serra
http://www.alvocodaserra.netfast.org/historia.htm
http://www.museualvocodaserra.com/

(Registado aqui - Ano de 2005)


Freguesia de Valezim
- Dista de Loriga 8 Km. (estrada) -

Há quem considere que a origem do nome Valezim é vellcinus, um termo latino que significa pequeno vale. O povoamento de Valezim data da época da reconquista, tendo sido foi elevada a vila por foral de D. Manuel em 24 de Março de 1514.
Valezim foi vila e sede de concelho, com pelourinho construído, provavelmente no século XV. Este é um testemunho da importância da povoação, tendo sido classificado em 1933 como monumento nacional. A igreja de Nossa Senhora do Rosário, de raíz medieval, tem três naves separadas entre si por duas fiadas de arcos. Um curioso relógio de pesos marca o passar do tempo. É de realçar também, a capela de São Domingos e a igreja paroquial do Santíssimo Sacramento, que data do século XVIII.
Merece visita o santuário da Senhora da Saúde, a partir do qual se alcança um amplo e belo panorama sobre as serras do Caramulo, do Açor e de Montemuro, bem como da região situada entre estas montanhas e a Estrela, conhecida como Planalto Beirão.
Valezim, rodeada por carvalheiras e soutos antigos que se misturam com pinhais recentes, é uma bonita aldeia que importa conhecer.

Festas e Romarias
Nossa Senhora da Saúde - primeiro domingo de Setembro

Saber mais da história de Valezim
http://valezim.no.sapo.pt/historia/historia.htm

(Registado aqui - Ano de 2005)


Freguesia de Sazes da Beira -
- Dista de Loriga 8 Km. (estrada)
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Pequena aldeia em xisto situada numa encosta abrigada dos ventos frios de norte. Divide com Valezim e Loriga a posse dos terrenos onde, nos anos 60, os Serviços Florestais criaram os viveiros da Portela de Arão. Neste local podem visitar-se as captações de nascente, um imponente fontanário e dois tanques para armazenamento de água que, através de canais, era conduzida para a rega dos socalcos.
Em Sazes da Beira, nas capelas de Santa Eufémia e a da Senhora do Monte Alto, realizam-se anualmente dias concorridas romarias.
Nas encostas da montanha encontram-se testemunhos da actividade mineira desenvolvida na região, entre os anos 40 e 50, para extracção de minério de estanho e volfrâmio.
Terra de grandes tradições religiosas, Sazes da Beira possui uma Igreja Matriz onde está patente um altar gótico, cuja padroeira é a Nossa Senhora do Rosário, o Santuário de Santa Eufêmia e a capela do Monte Alto.

Festas e Romarias
Senhora do Monte - penúltimo domingo de Agosto
Santa Eufêmia - último domingo de Agosto
Nossa Senhora do Rosário - primeiro domingo de Outubro

Saber mais da de Sazes da Beira
http://www.mapav.com/guarda/seia/sazes_da_beira/

(Registado aqui - Ano de 2005)


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